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Tropas Multirraciais no Exército Alemão
(Verdade
1945)
A Segunda Guerra
Mundial: a Grande Guerra de Libertação dos Povos !

Voluntário de origem africana
pertencente à Legião Muçulmana (Freies Arabien)
Um dos
assuntos mais polêmicos acerca do Nacional-Socialismo de
Adolf Hitler, sem sombra de dúvida, é a questão racial. Até
que ponto nos foi negada a participação de outros grupos
étnicos na construção do Terceiro Reich? A lavagem cerebral
a que a humanidade foi submetida nos últimos 60 anos
certamente ajudou a manter o mito da raça ariana de 2 metros
de altura e olhos azuis; mito este muito difundido nos meios
de comunicação. Graças a internet, hoje em dia podemos
compartilhar de uma parte da história esquecida e que poucos
agraciados tem conhecimento. Claro, jamais a mídia
controlada pelos mesmos criadores do mito ousou tocar nos
alicerces do gigante de olhos azuis, sabendo desde o momento
que esta peça era fundamental para a enorme fantasia gerada
em torno dos acontecimentos da 2ª Guerra Mundial. Há de se
saber que a ideologia criada por Adolf Hitler vangloriava o
povo alemão, ou o fenótipo nórdico, assim como o fascismo
via orgulhoso no povo italiano o responsável pela origem do
Império Romano. Adolf Hitler e Mussolini sabiam como dar a
um povo auto-estima para se tornarem as maiores nações do
mundo, e viam no contexto histórico/racial um grande
instrumento para isso. Tais sentimentos e idéias se
propagaram por todo o mundo e reações semelhantes
aconteceram em outros países. Basicamente o Nazi-Fascismo
pregava que uma nação era a criação máxima de uma raça e
esta deveria sentir orgulho de si, pois em cada indivíduo
dela estava escrita sua história milenar de luta. Para
combater o Sionismo, com o consentimento de Hitler,
formaram-se tropas de voluntários em diversos países e estes
se integraram à Wehrmacht e também às Waffen-SS.
Para se ter uma idéia quase todas as nações da Europa
forneceram voluntários para as fileiras da Wehrmacht e das
Waffen-SS.

Cartaz francês clamando a população a se juntar
na grande cruzada contra o Comunismo
O número exato da
enorme quantidade de voluntários estrangeiros que prestaram serviço nas
Forças Armadas alemãs entre 1939 e 1945 é desconhecido, sendo
considerado por muitos historiadores um dos mais intrigantes aspectos da
II Guerra Mundial, e ao mesmo tempo muito pouco desvendado. Calcula-se
que durante todo o conflito, cerca de 2.000.000 (!!!) de
voluntários estrangeiros combateram incorporados aos contingentes da
Wehrmacht e das Waffen-SS. No leste, apenas os voluntários
individuais, ou seja, aqueles integrados diretamente às unidades
regulares alemãs chegava a 1.000.000 de homens, vindos principalmente
das repúblicas soviéticas. Este número é o resultado direto dos anos de
brutal domínio exercido pelo império soviético. Algumas delas provaram
ser de primeira linha e verdadeiras formações de elite, estando a altura
das demais unidades regulares da Wehrmacht e Waffen-SS,
enquanto outras tiveram resultados pífios em combate. No final da
guerra, muitos desses voluntários foram mortos pelos próprios
compatriotas ou pelos "Aliados", enquanto os demais se renderam em seus
países de origem.
Houve a participação de voluntários de todo
o mundo:
Voluntários da
Europa Ocidental: Boêmia- Bélgica- Dinamarca- Espanha- Finlândia-
Flandres- França- Grã Bretanha- Holanda- Itália- Liechtenstein-
Luxemburgo- Noruega- Portugal- Suécia- Suíça.
Voluntários da
Europa Central: Albânia- Bulgária- Croácia- Eslováquia- Eslovênia-
Estônia- Grécia- Hungria- Letônia- Lituânia- Montenegro- Polônia-
Romênia- Sérvia.
Voluntários da Europa Oriental: Legiões
Russas- Armênia- Bielo-Rússia- Cáucaso- Geórgia- Ucrânia.
Legiões Muçulmanas: Azerbaijão- Tártaros da Criméia- Tártaros do
Volga- Turquistão.
Legiões Cossacas: Cossacos do Don-
Cossacos de Kuban- Cossacos da Sibéria- Cossacos Terekd.
Voluntários da Ásia: China- Coréia- Índia- Japão- Mongólia.

Legião de Muçulmanos
 

Voluntários hindus da Freies Indien

Voluntário Chinês


Espanhóis da Divisão Azul comandada
pelo General Don Emilio Esteban-Infantes

Voluntário brasileiro
Egon Friedrich Kurt
Albrecht nasceu na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, Brasil, em 19
de maio de 1918, filho de Frederico Albrecht e Hedwig Elditt Albrecht.
Em 25 de agosto de 1944, durante uma missão de combate, Albrecht foi
forçado a abandonar a formação devido a um problema no motor de seu
avião (um Messerschmitt Bf 109G-14, werkenummer 460593, código "schwarz
21"). Enquanto retornava para sua base sozinho, seu avião foi atacado
por caças norte-americanos sendo abatido próximo a St. Claude, noroeste
da cidade de Creil (França). Embora Albrecht tenha conseguido saltar de
pára-quedas , ele chegou morto ao chão, onde seu corpo foi saqueado por
civis. Ainda hoje especula-se se teria sido ferido em combate ou se foi
metralhado pelos caças inimigos enquanto estava no pára-quedas, algo não
incomum naqueles dias.
Único brasileiro a ser
condecorado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro, o Hauptmann Egon
Albrecht, quando de sua morte, havia abatido um total de 25 aeronaves
inimigas, sendo 15 na frente russa e o restante na frente ocidental,
incluindo seis bombardeiros quadrimotores durante a Defesa do Reich,
além de outros 11 aviões destruídos no solo. Acima duas fotos deste
herói da aviação alemã.


Voluntários britânicos

Voluntários asiáticos, provavelmente
da Mongólia.
 
Voluntários cossacos

Voluntários da Geórgia


Voluntários Armênios

Voluntários Albaneses


Voluntários Croatas, em destaque o
General croata Ante Pavelic cumprimentando Hitler.

Oficial russo e voluntário do exército
de Vlasov.
General Andrey Vlasov foi
um ex-oficial soviético feito prisioneiro de guerra. Talentoso
estrategista, ganhou sua liberdade ao decidir colaborar com os alemães.
A sua percepção era de que libertar a União Soviética de Stalin era mais
importante que defendê-la do ataque de Hitler. Com a assistência dos
alemães ele juntou um exército de prisioneiros soviéticos e milhares de
dissidentes para combater a União Soviética e Stalin.

General Vlasov passando a revista nos
voluntários russos


Legião norueguesa. Destaque para
Himmler à direita.

Voluntários franceses

Voluntários holandeses
Famoso oficial e voluntário belga Leon Degrelle.

Voluntários da Estônia

Voluntários do Flandres

Oficial e voluntário da Letônia
Voluntário do Turquistão

Voluntários ucranianos

Voluntários da Finlândia
Fica aqui a homenagem a estes
bravos soldados de todas as raças que lutaram pelo III Reich
defendendo a soberania e independência de suas nações tanto contra o
comunismo de Stalin e seus asseclas como contra o capitalismo
financeiro do Ocidente, ambos instrumentos de dominação do JUDAÍSMO
INTERNACIONAL!
VIVA A REVOLUÇÃO NACIONAL-SOCIALISTA!
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