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Compreendendo o Nacional-Socialismo
(2ª versão, original
do site Valhalla88 / Ação Nacional-Socialista)

Introdução
Este artigo surgiu da necessidade de esclarecer tanto aos que já se
consideram Nacional-Socialistas, quanto aos que possuem um conhecimento
limitado de sua doutrina e, principalmente, à aqueles que se opõem ao
Nacional-Socialismo, porém nunca tiveram a oportunidade de estudá-lo a
fundo e conhecê-lo por uma versão que não fosse do inimigo e, assim,
poder tirar conclusões justas e sensatas. É uma oportunidade aos nossos
adversários, que muitas vezes foram manipulados, de compreender a
verdade sobre nós, que inconscientemente não perceberam que ao nos
combater, colaboravam com o mesmo Sistema que visam destruir.
Diversos de nossos inimigos tornaram-se Nacional-Socialistas por
encontrarem em nós uma solução viável e ao se livrar de todo o
preconceito criado pela propaganda da mídia de massa para nos difamar. O
artigo presente é uma tentativa de iluminar e de esclarecer a verdade
sobre a Cosmovisão Nacional-Socialista, que foi difamada e perseguida
por décadas por pessoas que visavam se proteger da revolta do Povo
contra o poder do dinheiro e da ditadura do interesse.
Durante todo século XX nunca foi dado aos Nacional-Socialistas o direito
de defesa ou a oportunidade de um debate democrático e justo. Fomos
perseguidos em diversos países ao redor do mundo, nossas idéias foram
distorcidas para tornar-nos repulsivos, manipularam e falsificaram fatos
históricos para impedir as pessoas de caráter de conhecer a verdade.
Nossos livros foram queimados, confiscados, proibidos, nossos autores
perseguidos, denunciados, expostos, aprisionados. Dessa maneira, nossos
inquisidores provaram que somos uma ameaça contra o governo, contra o
Sionismo internacional, contra o Sistema, contra o poder do capital e
contra a mentalidade burguesa individualista.
De tudo tentaram para nos calar, podem aprisionar homens, e até mesmo
matá-los, porém nunca poderão prender ou destruir uma idéia. Chegou a
hora da revolta, da revolução contra o Mundo Moderno, a hora do nosso
grito de liberdade. Chegou a hora da mordaça cair por terra.
O texto divide-se em seis questões fundamentais que são a causa de uma
grande deturpação da verdade sobre o Nacional-Socialismo - questões que
muitos que se dizem NS não atingiram uma clara compreensão – e uma para
reflexão pessoal.
1. O Nacional-Socialismo é de Direita?
2. O Nacional-Socialismo é Capitalista?
3. O Nacional-Socialismo é Racista?
4. O Nacional-Socialismo é Fascista?
5. O Nacional-Socialismo é uma Ditadura?
6. E quanto ao Holocausto?
7. Serei Eu um Nacional-Socialista?
1. O
Nacional-Socialismo é de Direita?
É conveniente iniciarmos por este tópico, pois trata-se de uma das mais
comuns distorções sobre o que o Nacional-Socialismo realmente é.
Inúmeros Nacional-Socialistas consideram-se de direita, porém sem
compreender o significado correto das classificações “direita” e
“esquerda”.
O termo surgiu nos tempos da França pré-revolucionária, onde aqueles que
pretendiam conservar o sistema de governo sentavam-se à direita na
Assembléia, enquanto os que lutavam por mudanças radicais sentavam-se à
esquerda. Assim sendo, o termo “direita” foi usado para definir os
reacionários e conservadores, e “esquerda” para definir os
revolucionários.
A classificação de “esquerda” foi usada predominantemente por marxistas
e anarquistas por serem grupos geralmente engajados em luta
revolucionária, mas estes termos não se aplicam de acordo com a natureza
de cada doutrina, mas sim com a época e situação política do momento.
Por exemplo, nos tempos da Rússia Czarista, os bolcheviques, por
representarem um movimento revolucionário, encaixavam-se à esquerda,
porém ao assumir o poder em 1917, deixaram de representar qualquer
revolução para se tornar a situação, assim sendo, todo tipo de oposição
seria a esquerda, enquanto os marxistas seriam conservadores de seu
regime. Devido ao freqüente uso da classificação de “esquerda” por estes
grupos de orientação marxista-leninista ou libertária, se tornou comum
taxar-se qualquer outra doutrina em oposição à eles de “direita”, e
muitos Nacional-Socialistas aceitaram tal rótulo, mesmo sendo errôneo.
Uma Força Revolucionária
"(...) O Nacional-Socialismo é uma nova concepção de mundo que está em
mais severa oposição ao atual mundo do capitalismo e seus satélites
marxistas e burgueses".
Gottfried Feder – O Programa do Partido Nacional-Socialista dos
Trabalhadores Alemães
O grande problema do Movimento Nacional-Socialista depois de 1945 foi
ignorar as mudanças que ocorreram na sociedade e continuar vivendo no
passado. Enquanto os outros movimentos foram crescendo, evoluindo e se
adaptando às necessidades e problemas de seu tempo, ficamos estagnados,
vivendo ainda na primeira metade do século. Poucos perceberam como
vários de nossa situação mudou, e que a sociedade hoje não é a mesma dos
anos 30. É necessário focar-se nos problemas e na política atual, o
presente, adaptar-se e fazer algo prático.
Consideramos o Mundo Moderno e a atual “civilização” ocidental como
nossos maiores inimigos. Constitui-se de uma sociedade absolutamente
materialista e capitalista com uma filosofia burguesa e individualista.
Um império construído pelo interesse e pelo egoísmo. Um império não
construído para o Povo, não um império cultural ou espiritual, mas um
Sistema formado por oligopólios, monopólios, grande corporações e uma
mídia de massa doentia financiada por um Estado imoral e anti-nacional
que protege os interesses dos poderosos e do Sionismo.
Assim sendo, o Nacional-Socialismo visa a total destruição do Mundo
Moderno. Queremos o fim dessa era de decadência e o início de uma nova.
Queremos preservar a nossa cultura e restaurar nossas raízes, mas não
somos, de maneira alguma, conservadores no plano político, não queremos
conservar os valores degenerativos atuais, não queremos conservar um
Sistema capitalista ou um governo corrupto que age contra os interesses
do próprio Povo e que nada faz para manter nossa herança cultural ou
preservar nossa estirpe. Não queremos um Estado que faz de tudo para nos
calar e que promove a destruição de uma cultura de milênios.
Nós não sustentamos a atual (des)ordem, mas a combatemos; nosso objetivo
é sua total aniquilação. Abandonamos a mentalidade burguesa e egoísta
incompatível com nossa natureza coletivista. Acreditamos em um combate
violento contra o Sistema para sua destruição e implantação de algo novo
e justo. Iremos implantar a verdadeira ordem Nacional-Socialista. Somos
os únicos que lutam pela edificação da grandeza espiritual do Homem e o
colocamos frente aos interesses do capital e do espírito egoísta. Não
lutamos só por pão, mas por criatividade e liberdade.
Deve-se perceber que a causa da nossa atual condição e perseguição são
os governos ocidentais. Eles nos odeiam, protegem apenas os grandes
interesses e farão de tudo para nos proibir e nos aprisionar. Para eles,
cultura e raça nada significam, apenas questões econômicas. Apoiar tais
governos de qualquer forma é impedir e atrasar a Revolução
Nacional-Socialista
"... foi esquecida a condição que deve preceder todo ato é a vontade e a
coragem de dizer a verdade - e hoje nós não vemos isso nem na direita,
nem na esquerda".
Adolf Hitler - Hitler's Speeches, Baynes. Vol. 1 The Institute of
Internacional Affairs. 1942
O Nacional-Socialismo nunca se disse de “direita”, esse termo foi
aplicado à nós pela mídia inimiga, só indivíduos pouco esclarecidos e
algumas bandas de rock continuam a carregá-lo. Colaborar com partidos ou
políticos de “direita” é uma total perda de tempo e também uma grande
contradição, a maioria deles nos odeia e serão os primeiros a combater
uma insurgência Nacional-Socialista. Não somos representados por
partidos porque aos Nacional-Socialistas não é permitido espaço dentro
da dita “democracia”. Somos a total oposição contra a ditadura do
dinheiro e as forças do Sionismo internacional.
As definições “esquerda” e “direita” nada significam para nós, superamos
tais rótulo e colaboramos grupos que visem a destruição do Sistema e do
governo. Mesmo que tais organizações possuam idéias diferentes, ou mesmo
contraditórias às nossas, possuímos um inimigo em comum: o Sistema.
Marchamos separados, mas atacamos juntos. Enquanto brigarmos entre nós,
o Sistema se fortalecerá.
O Nacional-Socialismo é o fim de uma era de decadência e o começo de uma
era de prosperidade. Nosso objetivo é o Ano Zero, a renovação de um
tempo, por isso somos totalmente revolucionários.
2. O
Nacional-Socialismo é Capitalista?
“Por isso exigimos:
11. A abolição do dinheiro obtido sem trabalho e sem esforço.
12. Em vista dos enormes sacrifícios de bens que toda guerra exige do
Povo, o enriquecimento pessoal na guerra deve ser qualificado como crime
contra o Povo. Exigimos, portanto, o confisco de todos os lucros de
guerra.
13. Exigimos a nacionalização de todas as empresas monopolistas.
14. Exigimos a participação nos lucros das grandes empresas.
15. Exigimos uma ampliação generosa da assistência social aos idosos
17. Exigimos uma reforma agrária adaptada às nossas necessidades
nacionais; a criação de uma lei para a expropriação gratuita de terras
para fins de bem comum. Abolição do interesse agrário e impossibilitar
toda especulação com a terra.
18. Exigimos a luta implacável contra aqueles que com sua atividade
prejudicam o interesse comum. Os criminosos do povo, os gananciosos, os
especuladores, etc. serão punidos com a pena de morte, sem distinção por
sua religião ou raça.
19. Exigimos a substituição do direito romano que serve a ordem mundial
materialista por um Direito Comunitário alemão
(...)
O Interesse comum vem antes do interesse particular!”
Adolf Hitler e Gottfried Feder - Os 25 pontos do Partido
Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (1920)
Sangue Contra Ouro
O Nacional-Socialismo compreende que o bem-estar da Comunidade vem antes
dos interesses individuais de qualquer outro grupo. Para o
Nacional-Socialismo, o dinheiro é meramente um fator de troca de bens
materiais, uma maneira de avaliar matematicamente o trabalho do Homem
para a realização de futuras trocas – o que chamamos de comércio. Todos
possuem o direito de colher os benefícios do seu trabalho, desde que
este seja produtivo e honesto.
No Nacional-Socialismo, não há diferença entre o trabalho manual e
intelectual, não há divisões trabalhistas quando este é honesto.
Somos totalmente contra as grandes corporações que visam lucro
desenfreado adquirido de maneiras totalmente cruéis e imorais antes do
bem das pessoas. Somos contra as empresas que destroem o meio-ambiente
porque estão mais preocupadas com dinheiro do que com o futuro e com o
bem-estar mundial. Nós, os Nacional-Socialistas, fomos os primeiros
ambientalistas da história!
A globalização é um fenômeno que marca a força da usura e do egoísmo. É
o fim de fronteiras para a implantação de um sistema econômico global
que favorece apenas as grandes elites e que não visa a preservação
cultural ou o Povo, mas apenas lucro. O mundialismo, através da
superação de fronteiras, destrói as culturas nacionais e promove uma
anti-cultura yankee totalmente consumista a la McDonald’s. A Televisão,
como instrumento alienador, divulga esse estilo de vida materialista e
entorpece a sociedade com divertimento fútil e estúpido, desviando sua
atenção da decadência da realidade.
O Sistema, como agente capitalista, promove a imigração em massa à fim
da disponibilização de mão-de-obra baratíssima para os patrões donos do
dinheiro que pretendem diminuir os gastos e aumentar os lucros sem
nenhuma preocupação com os operários. Prejudica os trabalhadores
nacionais, desvaloriza o trabalho, empobrece a classe operária, aumenta
a criminalidade, implanta culturas estrangeiras em nações que deveriam
se preservar.
"A luta contra o capital financeiro e o empréstimo internacional se
tornou o ponto mais importante da luta na Nação por sua independência e
liberdade".
Gottfried Feder
A especulação financeira não visa nenhuma produção, apenas lucro
desenfreado sem nenhum tipo de contribuição com a sociedade. No
Nacional-Socialismo, apenas o trabalho pode ser fonte de riqueza.
Dinheiro não pode criar dinheiro, dinheiro não é produto, é fator de
troca. O capital cumpre apenas papel como intermediário, não possui
nenhum valor sozinho.
O Nacional-Socialismo apóia a livre iniciativa, desde que de seja
aplicada de acordo com os princípios Nacional-Socialistas. De nada nos
diferenciaríamos dos grandes capitalistas se empregássemos mão-de-obra
barata de pessoas de fora da Comunidade – podendo prejudicá-la - para
uma diminuição de custos. Também não seríamos diferentes se não
garantíssemos os devidos direitos dos trabalhadores ou os tratássemos de
maneira desonrada para nos beneficiarmos. O NS acredita que o patrão
honesto e o empregado podem trabalhar juntos em respeito mútuo em um
ambiente saudável e equilibrado.
Os marxistas negam cultura e raça como identidade imutável,
substituindo-as pela classe social, mas não existe tal coisa como a dita
solidariedade internacional classista, o trabalhador não é e nunca foi
internacionalista por natureza, ele é patriota - vive em uma Comunidade,
possui um vínculo com a terra onde trabalha. Internacionalistas são os
agentes da globalização, os banqueiros, os empresários exploradores que
não enxergam nem pátria, nem nação, mas apenas dinheiro.
O espírito do Nacional-Socialismo representa uma oposição violenta e
radical contra o espírito do capitalismo. Trata-se da rebelião do
espírito criativo e sincero do Homem contra a exploração e o poder
dinheiro. Estamos engajados numa luta contra o capital financeiro e
especulador. O Nacional-Socialismo é o sentimento de união espiritual e
identidade cultural contra as forças da ganância e do egoísmo.
A Revolução Social
"Eu era, e ainda sou um filho do Povo. Não foi pelos capitalistas que eu
iniciei essa luta, mas pelos trabalhadores alemães que tomei minha
atitude".
Adolf Hitler
O governo Nacional-Socialista alemão aumentou as férias dos
trabalhadores significantemente; reduziu a jornada de trabalho para 8
horas, aplicou uma política de bem-estar dos funcionários que concedia 2
horas diárias de descanso com áreas de lazer. Em um ano de governo, as
fábricas e lojas foram reformadas seguindo padrões exigentes de limpeza
e higiene.

Desemprego em milhões (Nota: Hitler assumiu o poder em 1933)
Em 3 anos, mais de 23.000
estabelecimentos foram reformados, 1.200 campos desportivos, 13.000
instalações sanitárias e 17.000 cantinas foram construídas. Mais de 6
milhões de empregos foram criados apenas em 4 anos e o problema do
desemprego foi totalmente solucionado. Todo alemão deveria prestar um
ano de trabalho comunitário à fim de reconstruir a nação. A inflação foi
controlada. Instituições especuladoras foram fechadas e os lucros
injustos dos banqueiros, confiscados.
O Nacional-Socialismo histórico provou estar do lado dos trabalhadores.
Nós representamos uma Cosmovisão que acredita no Homem, que acredita no
trabalho honesto e produtivo, no senso de civilização - quando as
pessoas compreendem que fazem parte de um Povo e que trabalham juntas
para a posteridade.
O fator determinante é o caráter, a Honra, o trabalho, a força de
vontade individual, e não a conta bancária. Já se passou o tempo em que
toleraremos que os grandes chefes, que os detentores do capital tenham o
destino de nossas vidas em suas mãos.
O Nacional-Socialismo é a rebelião do Homem contra o poder do dinheiro.
O Nacional-Socialismo é a verdadeira voz da classe operária! O
Nacional-Socialismo é socialista!
3. O Nacional-Socialismo é
Racista?
Os inimigos do Nacional-Socialismo fizeram de tudo para criar e nos
vincular à uma imagem de ignorantes e preconceituosos. Criaram políticas
de “ódio racial” em nossas próprias nações e a mentira de que somos
“odiadores” como desculpa para nos calar. Utilizando-se desse pretexto,
fomos perseguidos, aprisionados e crucificados pelo Sistema, e nunca foi
nos dado o direito de resposta.
O que os inimigos do Nacional-Socialismo querem é que o grande público
não saiba a verdade sobre nossas idéias e compreenda nossa concepção de
mundo. Na verdade, nossos adversários tem pavor de que as pessoas
compreendam a verdade sobre o Nacional-Socialismo e que nós lutamos por
altos valores. Seu grande temor é que o Povo se rebele contra o poder do
dinheiro, contra o governo e contra um sistema decadente.
Raça e as Leis Naturais
“Pense que as bases fundamentais de sua existência se devem aos seus
antepassados”.
Walter Darré – La Política Racial Nacionalsocialista
Para o Nacional-Socialismo, as raças são manifestação do trabalho de
milênios de evolução natural e criação da diversidade humana. Raça é a
maneira da qual a Natureza se manifesta em nós. Destruir e miscigenar as
raças – qualquer raça – seria destruir todo o trabalho da Natureza.
Deve-se preservar e cultivar nossa própria estirpe, a herança de nossos
antepassados, nossa história e cultura. Ao preservar o Sangue, nós
cultivamos, colaboramos e evoluímos com a Natureza.
Nós não queremos e não acreditamos que possuímos o direito de destruir,
exterminar ou prejudicar qualquer outra raça. O Nacional-Socialismo
segue pelo conceito da Honra pessoal e pelo respeito para com os outros
Povos. Nós queremos que o nosso Povo – e também todos os outros - criem
um respeito mútuo e se orgulhem de sua própria cultura, de suas
tradições e história.
Sangue e Solo
Não há como negar a existência das diversas raças que formam a espécie
humana. Ao estudarmos a História, observamos que as diferentes culturas
são reflexo das diferentes raças. O argumento de que raças não existem é
um mito muito freqüentemente promovido atualmente por governos e
sistemas que lucram com a criação de sociedades multiculturais.
O Nacional-Socialismo acredita no princípio de Sangue e Solo. O Sangue é
a herança cultural que devemos à nossos antepassados e que forma a
Comunidade étnica. Quando as pessoas compartilham uma mesma origem,
criação e tradições, quando possuem uma terra em comum, uma terra pela
qual seus antepassados lutaram e cultivaram para o futuro, possuem
valores e uma concepção de mundo semelhante, reagem e pensam de maneira
parecida. Emanciparam-se do sentimento individualista para um sentimento
de comunidade; as pessoas se preocupam umas com as outras, não são
indivíduos isolados, mas membros de um mesmo Povo. Isso cria um
sentimento de identidade, nós nos sentimos um vínculo com estas pessoas.
Esse sentimento é inegável e natural do Homem. Quando ele existe, as
pessoas trabalham juntas, colaboram umas com as outras para a criação da
civilização.
O Mundo Moderno é baseado na concepção materialista e capitalista do
mundo. Ele nada tem a ver com a idéia de Comunidade ou de preservação
cultural, pois é regido por uma anti-cultura consumista e totalmente
individualista. Não há nenhuma tentativa de manter ou cultivar os grupos
naturais. A moral das sociedades modernas é a busca pela felicidade
pessoal, que se encontraria apenas com o acúmulo de capital e bens
materiais. Não há nenhum valor supremo ou uma espiritualidade como no
Nacional-Socialismo.
Como já nascemos em um determinado ambiente e somos criados em
determinada cultura raramente pensamos sobre a origem e o motivo da
existência de comunidades, sociedades e nações, daonde vieram (o que vai
além da História) e o que realmente une à nos todos. A Comunidade é a
conseqüência natural e histórica da formação de qualquer povo que, com o
tempo, através da união entre as pessoas, vai desenvolvendo naturalmente
uma cultura, uma série de princípios, uma maneira de ver o mundo, de
reagir a determinadas coisas, conseqüentemente uma história em comum, o
que cria uma identidade e um vínculo. Algo natural, que sempre existiu
em todas as tribos e comunidades de todas as culturas desde a existência
do Homem. Esse vínculo gera um dever e uma preocupação com as pessoas
com quem convivemos, existe o objetivo de trabalhar para o bem comum
para com quem nos importamos. O ponto principal desta questão é tentar
compreender a essência da sociedade multicultural. Obviamente nenhuma
comunidade (veja que não fala-se de sociedade) é multicultural desde o
início, então qual seria o motivo pra essa aglomeração de pessoas de
diferentes culturas, raças e princípios vivendo em um mesmo espaço? O
que une à todos? Uma cultura? Uma identidade única? Qual seria a
afinidade entre esses milhões de pessoas? A resposta é simples:
dinheiro. A única coisa que mantém todos juntos é o sistema de
produção-trabalho-consumo. Tratam-se de sociedades em que a essência é o
materialismo e o lucro pessoal. Não há nenhum vínculo ou preocupação
mútua. Assim como imigrantes são pessoas que abandonam a própria pátria
para ir à outra se dar bem, ganhar dinheiro e gastar mais (“ter uma vida
melhor”, como diriam os sociólogos). Alguém consegue imaginar um índio
saindo de sua tribo e abandonando seu povo pra ir pra outra? Somente as
sociedades modernas tentam substituir esse senso comunitário por valores
como a eterna busca pelo lucro pessoal, em que o dinheiro é mais
importante do que o Povo. A única razão da existência da sociedade
multicultural é o comércio e o dinheiro, apenas isso. Assim sendo,
qualquer pessoa – mesmo que diga-se anti-capitalista – que ataca o
“racismo” - que seria uma reação natural pela defesa de seu espaço e
cultura – e defende qualquer tipo de sociedade multirracial, e o
multirracialismo em si, está defendendo uma sociedade sem nenhuma
essência, história, cultura ou vínculo humano, mas apenas um sistema que
utiliza-se das pessoas como produto para seus interesses puramente
capitalistas.
Não há nenhum motivo para a existência do multiculturalismo, apenas os
capitalistas lucram com sociedades materialistas e individualistas. A
exploração só acontece em sociedades multiculturais, não em Comunidades
orgânicas onde há uma preocupação mútua entre as pessoas. É
perfeitamente natural que cada raça tenha sua nação e território e que
possam viver de acordo com suas leis, culturas e valores.
Assim sendo, as sociedades atuais são sociedades multiculturais, e todas
as sociedades multiculturais são fundamentalmente individualistas,
materialistas e decadentes.
A idéia multirracial promovida por sociólogos degenerados, engenheiros
sociais e pela maioria dos governos ocidentais é a idéia de que os
países e nações existem com o único propósito de que indivíduos devem
viver em busca do dinheiro para sua auto-realização individual. É hora
de encararmos que a concepção Nacional-Socialista não se trata de uma
idéia abstrata, mas de um sentimento natural humano e de uma realidade.
Encarando a Realidade
A verdade é que conflitos raciais não ocorrem quando há a existência de
Comunidades étnicas, as guerras e choques culturais só acontecem em
sociedades multirraciais. Não é o instinto de auto-preservação que cria
ódio e discórdia, mas graças ao multiculturalismo que coloca povos
diferentes nos mesmos Estados, que defende o interesse de um enquanto
ataca outro. Graças aos atuais governos modernos e anti-nacionais que há
absurdos como guerras civis e separatismo cultural.
A dura realidade é que sociedades multiculturais não funcionam. Enquanto
houver grupos de pessoas com valores, religiões e cultura diferentes em
um mesmo local, isto é, uma maneira de ver o mundo, de reagir a
determinadas coisas de um modo diferente, haverá ódio, discriminação,
preconceito e guerras. Está na Natureza do ser-humano identificar-se com
seu semelhante. Os laços formados pela origem, criação e tradição são
reflexo do poder do Sangue e formam a nossa concepção de mundo. Povos e
culturas diferentes possuem visões diferentes. O ideal é que cada etnia
tenha sua nação e território para viver de acordo com suas leis,
cultivar seus costumes e cultura.
A palavra “racismo” pode ter muitas conotações diferentes. Alguns a
utilizam como o ódio de uma raça a outra, outros que trata-se de
preservação e culto à própria etnia e cultura. A questão é que o
Nacional-Socialismo é uma doutrina de amor, de orgulho e de Honra. Se
existem multiculturalistas legítimos, somos nós. Nós que acreditamos que
todas as raças devem cultivar sua própria cultura e que a mistura
destas, cria conflitos e as destrói. Não queremos a aniquilação ou
inferiorização de qualquer raça, mas a preservação e evolução da
diversidade humana e de suas diferenças.
4. O Nacional-Socialismo é Fascista?
Há uma grande desinformação quando a questão é Fascismo, e a causa disso
é que a maioria das pessoas que falam sobre o assunto não tem a mínima
idéia sobre o que ele realmente se trata. O termo é freqüentemente
utilizado para definir os movimentos europeus de caráter nacionalista e
anti-comunista – principalmente os da primeira metade do século XX.
Na verdade, o termo “fascismo” parece não ter uma explicação única, já
que as pessoas o utilizam para o que elas bem entendem, seja pra
movimentos nacionalistas ou pra qualquer vertente política da qual sejam
contrário – de maneira pejorativa.
O Nacional-Socialismo é quase sempre relacionado ao movimento fascista
dos anos 20 e, também por muitos, considerado como uma “ideologia
fascista”. Costuma-se dizer que o NS é uma vertente do movimento de
Mussolini, ou que de alguma forma fora influenciado por este, ou mesmo
que seja um Fascismo com os princípios raciais aplicados. Todas falsas
afirmações, resultadas de difamação e especulação.
O Nacional-Socialismo Originou-se do Fascismo?
Tanto o Partido Fascista quanto o Partido Nacional-Socialista dos
Trabalhadores Alemães (NSDAP) datam do ano 1919. Assim sendo, os dois
movimentos surgiram na mesma época, não havendo nenhum contato entre
eles. O motivo de haver certas semelhanças é simplesmente por terem
nascido em um contexto histórico fértil para grupos nacionalistas e
anti-comunistas.
Enquanto o Nacional-Socialismo surgiu da formação de uma Cosmovisão, o
Fascismo surgiu como um movimento anti-ideológico, possuía como base
apenas o sindicalismo sorelista pós-marxista. Apareceu como um regime de
circunstância, uma reação ao avanço comunista e anarquista na Itália. O
Fascismo não apresentava uma doutrina concreta como o
Nacional-Socialismo, apenas um plano contra-revolucionário em relação
aos movimentos vermelhos. Em seu manifesto não havia nenhum ponto ou
qualquer traço de inspiração doutrinária ou espiritual, apenas simples
reivindicações políticas como: o voto feminino, reorganização do setor
de transportes, redução da idade mínima para aposentadoria, abolição do
Senado, etc... Medidas quase nada revolucionárias se comparadas às do
movimento Nacional-Socialista.
No ano de 1922, ocorre a Marcha sobre Roma, quando milhares de Camisas
Negras conseguem colocar Mussolini no poder. Em 9 de novembro de 1923,
os Nacional-Socialistas tentam a mesma coisa em Munique, e falham,
resultando em prisões em massa, inclusive do próprio Adolf Hitler. Se,
de qualquer forma, o Fascismo inspirou o Nacional-Socialismo foi na
idéia de um golpe de Estado e da formação de milícias paramilitares como
os Camisas Negras e a SA. Nunca no plano ideológico.
Em 1920, Gottfried Feder e Adolf Hitler já haviam formulado os 25 pontos
do NSDAP e, em 1925, o livro Mein Kampf fora publicado na Alemanha,
enquanto Mussolini não tinha nada além de um discurso nacionalista e
anti-comunista. As realizações do Partido Fascista eram meramente
políticas e administrativas, carecendo de uma doutrina ou de uma
Cosmovisão completa como o Nacional-Socialismo.
Então, em 1932, aparece o termo “fascismo” na Enciclopédia Italiana, em
um espaço de 37 páginas cheio de fotos e ilustrações. Fora essa a
tentativa do Mussolini - dez anos depois de subir ao poder - de incluir
um aspecto doutrinário e filosófico em seu movimento. Embora o texto
seja assinado pelo Duce, sabe-se que fora escrito quase inteiramente por
Giovanni Gentile. Este mesmo texto depois é publicado em formato de
livro em 1935 – dez anos após o lançamento de Mein Kampf.
Embora o Führer cultivasse uma amizade por Mussolini por anos, de
maneira nenhuma se deixou levar por suas opiniões, que eram quase apenas
políticas e econômicas, enquanto havia defendido uma visão de mundo
completamente nova. Se Adolf Hitler admirava o Duce foi por ter liderado
a Itália como o primeiro país europeu a conter o comunismo, nunca por
suas idéias.
Se o movimento fascista inspirou Hitler e o Nacional-Socialismo foi
apenas no plano prático: a idéia do golpe de Estado – depois abandonada
pelo Führer – e a criação da SA. Porém, é muito mais provável a
Cosmovisão Nacional-Socialista tenha inspirado a tentativa Fascista na
criação de uma doutrina.
Algumas Medidas e Idéias do Estado Corporativo Fascista
A filosofia Fascista nunca apresentou qualquer caráter racial antes do
contato com o Nacional-Socialismo. Na realidade, as primeiras correntes
Fascistas anti-sionistas só surgiram após 1938 – cinco anos após a
chegada de Hitler ao poder e dezesseis após Mussolini. O mais
surpreendente é que havia uma quantidade razoável de Judeus no movimento
Fascista e, muitas vezes, ocupando cargos importantes e, mesmo depois de
1938, pouquíssimos destes hebreus perderam suas posições no Estado
“italiano”.
O Estado Fascista declarou que os Judeus estrangeiros com mais de 65
anos, e que antes de 1938 contraíram matrimônio com italianos – a mesma
miscigenação que os Nacional-Socialistas tentavam IMPEDIR pelas Leis de
Nuremberg – eram agora considerados italianos.
Os Judeus não se assimilam, criam um Estado dentro de outro e se
conservam através da parasitagem de outros povos, nunca podem ser
considerados como europeus. Apenas a visão meramente política e estatal
do Fascismo e outras “democracias” atuais podem aceitar sionistas em sua
pátria e ainda chamá-los de nacionais!
É Possível ser Fascista e Nacional-Socialista?
Quase só se conhece as semelhanças entre o Fascismo e o
Nacional-Socialismo, porém suas diferenças são muito mais cruciais.
“O Estado é um meio para um fim. Sua finalidade consiste na conservação
e no progresso de uma coletividade sob o ponto de vista físico e
espiritual”.
“O direito humano anula o direito do Estado”.
Adolf Hitler
Pelo Nacional-Socialismo, o Estado é um MEIO de conservar a raça, de
melhorar o Homem, é um instrumento orgânico criado pelo Homem para o
Homem. O Estado na concepção Nacional-Socialista só existe enquanto o
Povo o aceitar, pois ele existe para eles.
Somente as raças criam cultura, valores e civilização. O Estado apenas
os conserva e colabora em seu progresso. O Estado é a aplicação
administrativa e política de uma série de valores desenvolvidos
naturalmente durante o tempo pelo próprio Povo.
“Nada fora do Estado, nada contra o Estado, tudo para o Estado”
Benito Mussolini
Para o Fascismo, o Estado é tudo. O Estado formula e põe em prática a
vida do Homem. As necessidades individuais são suprimidas, enquanto a
finalidade SEMPRE é o Estado. O Estado não existe para o Homem, mas o
Homem para o Estado. O Estado produz, o Estado cria a Nação e as
pessoas.
O Fascismo nunca acreditou em uma Comunidade natural e orgânica, não
possuía a idéia do Sangue, ou mesmo de Povo, era apenas um modelo de
Estado político em um espaço geográfico demarcado por mapas.
O Fascismo não difere muito das atuais “democracias”, que se constituem
apenas como Estados políticos sem conservar raça e cultura e sem grande
moral ou valor. Assim como os governos europeus hoje aceitam imigrantes
não-Arianos, o Estado Fascista também os aceitava e ainda os considerava
como legítimos.
A concepção Fascista de Estado é, por princípio, puramente política e
administrativa. Assim sendo, totalmente anti-natural e,
conseqüentemente, anti-Nacional-Socialista. Sua visão de mundo está em
um perpétuo conflito com a nossa, portanto nunca existiria um Estado que
fosse simultaneamente Fascista e Nacional-Socialista.
Diversos dos que proclamam-se Nacional-Socialistas também consideram-se
Fascistas – geralmente por serem de origem italiana –, porém isso é
apenas uma demonstração de ignorância e de nenhum estudo sobre o que o
Fascismo realmente é.
É absolutamente impossível ser Fascista e Nacional-Socialista ao mesmo
tempo por se tratarem de ideologias e doutrinas radicalmente contrárias
em pontos cruciais. O Nacional-Socialismo apresenta uma visão de mundo
fundamentada nas Leis Naturais e movida por nobre ideais onde a
conservação e o progresso do Povo é o objetivo da vida e, através do
Estado, esta finalidade é alcançada. Enquanto para o Fascismo o Povo não
é nada, o Estado é tudo e as pessoas não passam de súditas do governo.
Nada temos a ver com o movimento ou com a “doutrina” fascista. Um
Nacional-Socialista é apenas um Nacional-Socialista.
5. O Nacional-Socialismo é uma Ditadura?
Devido há décadas de propaganda inimiga, foi criada uma imagem em que o
governo Nacional-Socialista foi um Estado de terror opressivo, supressor
da liberdade e um regime duro e ditatorial. O motivo de os oponentes do
Nacional-Socialismo criarem essa imagem foi para amedrontar e criar uma
falsa idéia dos verdadeiros objetivos de um Estado Nacional-Socialista.
É alegado que tratou-se de uma ditadura simplesmente pela dissolução do
parlamento e da chamada “democracia representativa” vigente na época. A
verdade é que o parlamento alemão era formado por políticos que
representavam apenas os interesses de ricos e poderosos e que haviam
entregado o destino da nação nas mãos de banqueiros e todo tipo de
capitalista inescrupuloso, levando o país à uma das maiores crises
econômicas já vistas. O poder era dividido entre inúmeros políticos – em
sua maioria desonestos – com as mais diferentes ideologias políticas,
formando um governo sem nenhuma responsabilidade, moral ou
personalidade.
O Nacional-Socialismo substitui esse sistema de falsa democracia e
aplicou o princípio de liderança natural, onde havia um representante
aceito pelo Povo e que trabalhava pelos interesses deste.
Adolf Hitler, que quando jovem foi voluntário na I Guerra pra lutar por
sua nação, assumiu total responsabilidade pelo destino da Alemanha e dos
alemães. Teve toda a confiança do Povo para reformar totalmente a
pátria, melhorou as condições socioeconômicas violentamente, acabou com
o desemprego em um curto período de tempo, criou novas instituições como
a Frente de Trabalho e a Hitler Jugend para restaurar nobres valores, e
assim construir uma nova sociedade.
A Verdadeira Democracia
Existe a ilusão de que a democracia representativa é a melhor e mais
justa forma de governo conhecida. A idéia de que o simples voto irá
garantir ao Povo a chance de eleger candidatos que refletem seus
interesses pessoais - sendo o voto individual – e que assim terão o
controle de seu próprio destino.
A verdade é que os representantes eleitos não necessariamente defendem
os interesses da Comunidade - principalmente quando trata-se de uma
sociedade constituída em ideais individualistas. A democracia em seu
verdadeiro sentido não é sobre votar em alguma eleição em um determinado
período de tempo. Democracia e liberdade são inseparáveis, não algo
egoísta como o simples voto. Democracia é a responsabilidade de fazer
parte da Comunidade e colaborar com ela de uma maneira sincera e
positiva.
Pelo princípio de liderança, o Führer é apenas um homem à frente do seu
Povo, um condutor das massas. À ele é concedida a confiança de que
incorpora os sentimos e vontades reais da nação, e assim possui a total
responsabilidade por suas ações e omissões.
“Com este apelo aos eleitores eu pretendo mostrar aos outros governos
que a verdadeira democracia está conosco e não hesitamos em apelar ao
povo. Eu não acredito que qualquer outro governo que tivesse o poder
garantido por um termo de quatro anos iria estar preparado para
consultar o povo dentro de sete meses”
Adolf Hitler – 6 de Novembro de 1933
Adolf Hitler era imensamente amado e admirado. À ele foi dada a
confiança do Povo alemão, que sempre foi consultado e, em momento algum
– não importa o que Hollywood tente mostrar – essa confiança foi traída
ou o Führer agiu contra a vontade da nação. Embora haja dezenas de filme
sobre a “resistência alemã” ou sobre qualquer dissidência contra o
governo Nacional-Socialista, sabe-se que os traidores e opositores do
Estado não consistiam em mais de 10% da população.
Em 29 de março de 1936, pouco mais de três anos após a ascensão de
Hitler ao poder, foi dada aos alemães a chance de aprovar ou desaprovar
o governo Nacional-Socialista. Não foi uma eleição com base em pura
propaganda como hoje em dia, mas uma consulta ao Povo sobre as ações e
mudanças já realizadas. A votação ocorreu sob nenhum tipo de coerção,
força ou intimidação, como observado por todos os presentes. A aprovação
dos alemães foi de 44.461.278, que consistia em 98.8% dos votos. Um
número nunca antes visto na História.
Em 1938, o Povo da Áustria e da Alemanha teve a oportunidade de decidir
a favor ou contra a unificação de ambos os países. A aprovação dos
austríacos foi de 99.73% dos votos, a aprovação alemã foi de 44.362.667,
que representava 99.02%.
Quem possui o maior índice de aprovação popular da história pode ser o
monstro cruel e ditador que a televisão, Hollywood e toda a propaganda
de atrocidades diz que é? Obviamente, os oponentes do
Nacional-Socialismo tem um perfil e interesses a esconder. Afinal, foram
os banqueiros e capitalistas que foram expropriados pelo Estado. Foram
os patrões impiedosos que foram obrigados a reformar suas fábricas,
empresas e garantir mais direitos aos trabalhadores.
Assim sendo, o governo Nacional-Socialista refletia a genuína forma de
democracia. Não se tratava de candidatos com mais dinheiro e mais
recursos para propaganda eleitos por pessoas preocupadas apenas com si
próprias e financiados por aproveitadores, mas de uma democracia real,
uma aprovação verdadeira pelo Povo.
O Nacional-Socialismo é a verdadeira democracia por formar um Estado
orgânico que representa os sentimentos e verdadeiros interesses do Povo.
Há responsabilidade e confiança mútua. O Estado não é formado por
mentiras, propaganda eleitoral, ou mesmo uma simples vitória de 50% de
votos, mas de uma aprovação quase total, inédita na História. O Estado
Nacional-Socialista é formado pela confiança e vontade da nação.
6. E quanto ao Holocausto?
Foram escritos centenas de livros, produzidos dezenas de filmes e
constantemente são inventadas novas datas para se lembrar e “comemorar”
o Holocausto - o suposto genocídio de seis milhões de Judeus pelos
nazistas - em uma celebração semi-religiosa. De todas as difamações,
essa é a mais utilizada pelos inimigos do Nacional-Socialismo, mentiras
difundidas por aqueles que pretendem destruir qualquer tentativa de
reorganizar o Movimento Nacional-Socialista.
Historiadores, muita vezes tendenciosos e incompetentes, que utilizam-se
dos mesmos argumentos que seus antecessores - com base apenas em
propaganda de ódio e mentiras - sem ao menos questionar ou investigar o
que já foi escrito, e assim, trabalhando como verdadeiras maquinas de
propaganda. Tratam a História como uma ciência exata sem permitir ao
menos uma resposta ou defesa dos acusados, e quando esta ocorre, não são
divulgadas por medo do lobby Sionista.
Toda a versão da História sobre os fatos ocorridos durante a Segunda
Guerra foi propagada pelos vencedores. Aos Nacional-Socialistas nunca
foi dado o direito de ao menos se defender das acusações. A dita
História foi escrita com base em propaganda de ódio e mentiras, e não em
fatos.
Os autores e historiadores sérios que ousaram questionar a versão
oficial – fruto de anos de propaganda Sionista – como David Irving,
Ernst Zundel, Robert Faurisson, Paul Rassinier, entre outros – sendo
vários de orientação política marxista e alguns ex-prisioneiros de
campos de concentração, portanto imparciais - foram banidos, tiveram
suas obras proibidas e confiscadas em diversos países e alguns estão em
prisão de regime semelhante à Idade Média.
A Mentira do Genocídio
O principal método de genocídio alegado é a utilização do gás Zyklob-B
nas câmaras de gás. A utilização do gás mencionado foi provada ser
cientificamente impossível pelo Relatório Leuchter – realizado por um
engenheiro que trabalha com câmaras de gás para extermínio de verdade
nas prisões americanas. As câmaras de gás foram na verdade construídas
por soviéticos e americanos após a tomada dos campos de concentração, e
construídas de maneira absolutamente impossíveis para realização de
qualquer extermínio e estão repletas de erros gritantes e patéticos. É
proibida qualquer análise séria e científica dessas, sendo a de Leuchter
feita secretamente, provando que os governos tem algo a esconder.
Também não há prova alguma de que tenha existido qualquer política de
extermínio, ordem oral ou por escrito de genocídio aos Judeus. Foi
decidido que deveriam ser expulsos da Alemanha e, se possível, da
Europa, porém algumas correntes da época defendiam a criação de um
Estado Judaico ao leste europeu, mas nunca exterminados. O restante é
pura distorção, difamação e especulação.
A Revisão Histórica
A intenção dos revisionistas do Holocausto não é justificar ou fazer
debates políticos e filosóficos sobre o que foi o Nacional-Socialismo,
mas uma análise histórica imparcial e correta sobre o que realmente
ocorreu e o que não ocorreu no período da Segunda Guerra Mundial.
Graças a história do suposto Holocausto, foi tomado para os Judeus um
pedaço de terra no Oriente Médio chamado Palestina, e que agora chama-se
Israel. O Estado de Israel até hoje recebe bilhões de dólares de
indenização da Alemanha pelos supostos crimes para se armar contra o
Estado palestino. Os Judeus se tornaram um povo incriticável, pois quem
os denuncia logo é taxado de “fascista” ou “nazista”. E TUDO isso
depende do mito da vitimização judia do Holocausto. Os defensores da
história oficial nunca realizam um debate justo com os revisionistas,
mas os proíbem e os encarceram porque tem medo de que a verdade seja
revelada.
Não temos a intenção de nos aprofundar no estudo do revisionismo aqui,
mas apresentamos algumas indicações para os mais interessados na verdade
histórica. Autores como: Arthur Butz, David Irving, Carlos Porter, S.E.
Castan, Sérgio Oliveira, Ernst Zundel, Paul Rassinier, Robert Faurisson
e também o Leuchter Report.
7. Serei Eu um
Nacional-Socialista?
Após atingir-se a clara compreensão do que realmente se trata o
Nacional-Socialismo, é necessário o abandono das antigas concepções
mentirosas produzidas e divulgadas maciçamente após tantas décadas para
nos difamar.
O artigo apresentado trata-se apenas de uma resposta à falsas idéias que
vêm se perpetuando e, ao mesmo tempo, uma pequena introdução à doutrina
Nacional-Socialista livre de distorções ou interpretações tendenciosas.
Revolução Pessoal
Um verdadeiro Nacional-Socialista nasce predestinado a tal, não basta
apenas adquirir conhecimento básico, mas possuir a boa índole e instinto
digno de uma pessoa honrada. De nada adianta o estudo quando a essência
pessoal é incompatível à essência do Nacional-Socialismo. Muitos que
possuíam idéias e uma concepção de mundo totalmente contrária à nossa
conseguiram despertar porque eram Nacional-Socialistas natos.
O Nacional-Socialista é um idealista por excelência, luta pela criação
de uma nova sociedade fundamentada em nobres valores. A vida deixa de
ser uma busca pela felicidade pessoal e pelos prazeres e passa a ser uma
luta pelo que é certo. Abrimos mão do individualismo e da mentalidade
egoísta e burguesa para vivermos de uma maneira digna e honrada.
Devemos perceber que estamos engajados na maior luta da história, não
lutamos por dinheiro, classe social ou por conquistas territoriais, mas
pela preservação da própria vida. O Nacional-Socialismo luta por um novo
modo de vida, um modo de vida honrado e sincero. Nós lutamos por algo
que é puro e correto.
É necessária a realização de uma revolução pessoal: a destruição de
antigas idéias e falsos valores e a compreensão e aceitação de novos. O
Nacional-Socialista aceita e compreende as Leis Naturais. Somos
manifestação da Natureza e parte de um ambiente aonde nossas ações
influenciam à todos ao nosso redor.
Devemos conhecer e nos orgulhar da cultura de nossos antepassados, pois
eles são parte de nós, assim como seremos de nossos filhos. O que somos
hoje é produto de nossas primeiras gerações. Nossos mitos e nossa
cultura revelam a Cosmovisão de nossa raça. A raça Ariana possui um
espírito nobre e guerreiro, um espírito adormecido, mas que está a ser
despertado. A solução para nossa salvação encontra-se em nossa própria
cultura, em nossos próprios valores, em nosso próprio Sangue. Após a
realização da revolução pessoal, encontraremos a nossa salvação pelo
auto-conhecimento, encontraremos essa resposta ao olharmos para dentro
de nós mesmos.
Conclusão
O modo de vida Nacional-Socialista é orientado pelo caminho da Honra
pessoal e da consciência pelo que é correto e justo. O
Nacional-Socialista é um exemplo de pessoa honrada e de nobre espírito.
Estamos em busca da criação de um Novo Homem, um Homem livre disposto a
perseguir seu próprio destino em rumo à superação pessoal. O
Nacional-Socialismo trata-se de uma busca pela excelência e criação de
uma sociedade melhor e mais digna.
Estamos de mãos atadas, presos e reprimidos pelos nossos próprios
governos. É impossível à um Nacional-Socialista não revoltar-se contra a
atual situação em que o mundo encontra-se e essa realidade doentia.
Lutamos para alcançar nossa própria liberdade, a liberdade de
controlarmos nosso próprio destino. Estamos em guerra contra o tempo.
Você está disposto a encarar o ódio e a perseguição de inimigos e
traidores? Está disposto a desafiar a tirania e libertar-se da
escravidão que encaramos? Poderá abrir mão de prazeres fúteis para lutar
por algo que acredita do fundo do coração e que sabe estar correto? Pode
encarar a vida como uma luta pela nossa própria liberdade? Até quando
aceitaremos a repressão e ficaremos calados? É a hora de acordarmos, é
hora de fazermos algo! É a hora de se levantar e erguer o braço direito!

Linhas Gerais
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